
Conseqüentemente toda essa revolução inicial tem me levado à loucura. Reforma da casa, promoção e formatura?
E ainda decidir para onde vou. Pós-graduação ou um novo curso? Casamento? Tema para o próximo post!
“Se tiver aprendido lições (amor é pedagógico?), até aproveito e não faço tanta besteira. Mas acho que amor não é cursinho pré-vestibular. Ninguém encontra seu nome no listão dos aprovados. A gente só fica assim. Parado olhando a medida do Bonfim no pulso esquerdo, lado do coração e pensando, pois é, vejam só, não me valeu.” Caio Fernando Abreu

Seria bom se houvesse cursinho para o amor. Mas seria melhor ainda se conseguíssemos entender a forma de amar dos outros. Cada um ama a sua maneira e entende-se por si só o que é o amor. E daí? Não teria problema (vivam as diferenças) se não fosse o fato dessas diferentes visões causar dores, lagrimas e decepções. Por que querer projetar no outro a nossa maneira de amar?
Queria tanto que ele agisse assim, queria tanto que falasse isso, etc. Quem nunca falou ou pensou isso?
Há o amor... Tarefa árdua. Se houver faculdade para o amor eu certamente não serei aprovada na monografia.
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